Perdoem-me os mais sensíveis à linguagem e conteúdo que se seguem, mas não resisto a transcrever uma passagem do célebre acórdão, dado o cariz quase burlesco associado às ditas "dificuldades de acústica da sala". Para quem quem a quiser enquadrar devidamente, encontra-se na pág. 1472 do texto disponível no site do Conselho Superior da Magistratura em http://www.csm.org.pt/:
"O Tribunal perguntou-lhe se tinha acontecido alguma coisa, responde “sim”, perguntado o que foi, silêncio. Perguntado de novo (foi o quê?), deu uma resposta que - devido a dificuldades de acústica da sala, mas que pela audição da gravação foi perceptível que a sua resposta foi “ pôs-me a pila no rabo” - , o Tribunal percebeu “pôs-me a mão no rabo”.
O Tribunal disse-lhe “ pôs a mão ...” e o RS atalhou, de forma rápida, viva: “Não foi isso que eu disse!”. Acrescentando: “ Foi a pila”."Também ao nível da Acústica, um processo a recordar.
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