"Por outro lado, numa época onde os consumos energéticos e as potências não deixam de crescer, atingindo, por vezes, valores quase para além da imaginação, o domínio de interesse da Acústica aplicada - porque se orienta para a audição humana - é de potências tão diminutas que, também elas, são difíceis de conceber. E, porque são reduzidas as potêncais em jogo, não ocorrerão, em termos de observação corrente, marcas ambientais permanentes: o ruído mais incómodo desaparece, sem rastro quando acaba a emissão. Sem rastro aparente, porque as marcas, de natureza fisiológica e psicológica, vão ficando impressas nos que lhe estão expostos..."
Pedro Martins da Silva, Engenharia Acústica (2007)
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